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‘Fringe’, transmÃdia e porque estamos obsoletos
Aug 6th
J.J. Abrams é um produtor antenado nas novas formas de se contar uma história e ainda ganha muito dinheiro com isso. Isso nós sabemos. Afinal, ele criou Alias e Lost, séries que rompiam com o isolamento das séries na mÃdia televisiva.
Que ele gosta de espalhar o seriado para além da TV, isso também vimos, como foi o caso do livro encontrado na mão de um dos personagens, e que virou best-seller.
Que Abrams também é fascinado pelo mundo dos quadrinhos, parece também não haver dúvidas.
A grande novidade, porém, é que ele escolheu começar Fringe, sua nova empreitada, em uma série em quadrinhos, pelo selo Wildstorm/DC, e que, em seguida, seguirá em paralelo à própria série. Além disso, diferentemente de todas as iniciativas anteriores, onde quem fazia a HQ era alguém de fora da produção da série da TV (caso de Star Wars: The Clone Wars), a nova série Fringe será igualmente escrita pelos roteiristas e produtores da série de TV, como reporta o site Newsarama.com.
Do ponto de vista criativo, trata-se de um grande passo na direção de destruir as barreiras entre áreas criativas em mais uma das indústrias (no caso, broadcasting e publishing). Quem escreve uma HQ, também escreve uma série de TV, escreve um livro e nenhum mais é mais importante que o outro. Todos se complementam.
E por que isso é importante para a comunicação? Porque fica claro que esta mistura de mÃdias e de formas de se contar histórias oblitera o conceito de propaganda como ela ainda é feita no Brasil, no formato 30 segundos e “página dupla”, com um viralzinho na internet para dizer que faz digital. Ela também demonstra que conteúdo e meios estão hoje totalmente separados – e é cada vez mais difÃcil esperar que eles um dia voltem a se juntar. A “regra” parece ser QUALQUER conteúdo em QUALQUER mÃdia.
Enquanto isso, a Mother, na Inglaterra, depois de desenvolver um festival de comédia para a Diageo, um filme da própria agência premiado em festivais, e agora criar um musical para Pot Noodle, mostra que a distinção entre criar conteúdo e criar publicidade é cada vez mais irrelevante. Aliás, como a Mother sobreviveria num paÃs onde criação e o planejamento não valem nada, já que faz tudo parte do pacote de mÃdia e não rola BV?
Pollex Consulting
Jun 10th
Seu sócio-diretor é Ricardo Amaral Filho, que tem larga experiência em marketing e planejamento, tendo atuado em empresas como BMW, MTV, Banco Votorantim e Gradiente e agências como a Organic, Loducca, JWT, MPM e FischerAmérica, além de Mestre em Estratégia pela EAESP/FGV. Entre seus trabalhos, está a conquista da conta de Nextel para a Loducca, a gestão de comunicação para Bertin Cosméticos (Ox, Neutrox), MTV e BR Malls (Shopping Tamboré, Norte Shopping) também na Loducca, o desenvolvimento do primeiro website e primeira venda de carro pela internet em 1997 na BMW, a criação do primeiro manual de marca para a Gradiente, o desenvolvimente e gestão de marca da melhor casa de kebabs de São Paulo pelo Guia Quatro Rodas [Kebab Salonu] e o reposicionamento de marca da Redley e Cantão, tradicionais marcas de moda do Rio de Janeiro. Seu site acadêmico se encontra neste link.
A Pollex, por sua vez, tem trabalhos de consultoria de marca para o Grupo Cellsoft (Redley/Cantão) e de consultoria de mercado para o Grupo Telefonica, este em parceria com a Lunica. Também realizou diversos projetos de planejamento de comunicação com agências do porte da JWT, MPM, MatosGrey, GNova e Energy para clientes como Ford, Nestlé, ESPM, SulAmerica, Procter & Gamble, Mercedes-Benz, Boehringer-Ingelheim e GE. Também realizou pesquisas para um futuro livro sobre gestão de agências e junto com a CO.R Inovação, e um trabalho de estratégia com ampla pesquisa de campo para Dafra Motos. Atualmente, prepara dois business plans para busca de investidores.
em que acreditamos
Em toda a indústria criativa, são percebidas longas cadeias produtivas, onde cada especialista se encaixa para produzir o melhor resultado, seja um filme, um quadrinho ou um álbum. Mas, supervisionando tudo isso, há um produtor, um publisher. Na área de comunicação, há um estranha idéia de que uma agência deve fazer tudo. A Pollex é diferente: nos vemos como publishers de idéias e produtos comunicativos. Nossa opção em trabalhar em redes de especialistas parte do mesmo princÃpio que norteia as empresas na área criativa: maximizar recursos e utilizar gente que entenda de cada tipo e fase de negócio/necessidade. Portanto, a Pollex está sempre aberta a parcerias e atuações em conjunto com outros especialistas.
