Indústrias de Criação

Notas sobre as indústrias de criação

O que é fazer marketing editorial – I

Na Book Expo America de 2007, um dos reports mais interessantes foi da área de HQs, que estão cada vez mais migrando das editoras especializadas e lojas de quadrilnhos para as grandes editoras e livrarias. Um exemplo está no relançamento de toda a coleção de Tintim pela Little, Brown (que nunca teve experiência na área) – ou aqui no Brasil pela Cia. das Letras, outra neófita no segmento.

Mas o tópico aqui é outro: trata-se da ótima peça de publicidade feita pela Boom Studios para seus recém-lançados Trade Paperbacks.

edit: o link se perdeu foi foi retirado do Flickr. Pena.

Será que um dia chegarão nesse padrão de qualidade por aqui?

Novidade que não tem nenhuma novidade

Uma “novidade” na imprensa que nada tem de novidade é a existência de editoras que editam livros pagos pelos autores. Temos a PSL e a Scortecci para provar o ponto no Brasil. Também não chega a ser novidade que estas editoras ganham dinheiro com isso. A Folha fala sobre mais um caso destes: a Lulu.com, que “cresce com livros de autores desconhecidos”. E qual a novidade então?

logo_lulu.gifA novidade foi entender o tipo de serviço que este tipo de editora deve prover e pode prover com a tecnologia. Ela agora consegue prover serviços melhores, mais rápidos, mais eficientes e por muito mais tempo que uma mera editora sob encomenda. Por exemplo, a Lulu.com permite a criação de blogs pelos autores, o que estende a experiência do livro por mais tempo, ao deixar o escritor por mais tempo em evidência. Lembremos: livros sob encomenda tendem a encalhar depois da “festinha” de lançamento.