Archive for February, 2007
Momento publicidade
Feb 28th
Novidade que não tem nenhuma novidade
Feb 16th
A novidade foi entender o tipo de serviço que este tipo de editora deve prover e pode prover com a tecnologia. Ela agora consegue prover serviços melhores, mais rápidos, mais eficientes e por muito mais tempo que uma mera editora sob encomenda. Por exemplo, a Lulu.com permite a criação de blogs pelos autores, o que estende a experiência do livro por mais tempo, ao deixar o escritor por mais tempo em evidência. Lembremos: livros sob encomenda tendem a encalhar depois da “festinha” de lançamento.
A volta do patriarcalismo
Feb 13th
Phillip Longman trata da volta do patriarcalismo e outros valores tradicionais como uma tendência de curto e médio prazo. Sua lógica se baseia numa premissa relativamente simples e perfeitamente observável: as diferenças entre as taxas de natalidade da chamada classe média urbana dos paÃses desenvolvidos e das populações carentes e dos bolsões pobres dos paÃses em desenvolvimento. Enquanto a classe média praticamente parou de ter filhos e cresce negativamente, temos nas famÃlias mais religiosas e conservadoras há uma explosão demográfica. Isso é observável em São Paulo: na cidade, o crescimento vegetativo é negativo, enquanto nas cidades ao redor da cidade, o crescimento chega até 4% ao ano, e não causado pela migração, mas por natalidade mesmo. More >
Porque as gravadoras vão tão mal – II
Feb 13th
Enquanto lá fora as gravadoras se renovam e tentam ganhar dinheiro com edições luxuosas de artistas, cheias de bonus tracks e livros, ou com formatos digitais de boa qualidade (iTunes), as gravadoras brasileiras, sempre na vanguarda, lançam reedições sem qualquer extra, com som cheio de defeitos (vide as porcas remasterizações dos primeiros álbuns de Adoniran Barbosa na Odeon), capas mal-feitas e disponibilizam arquivos digitais no formato mais atrasado e complicado de todos (WMA), que não toca em iPod. Para completar, um mÃsero álbum do Raconteurs custa 39 reais, ou praticamente 4 reais por faixa. É assim que se faz uma indústria forte, dando ao povo o que ele quer! No caso, falo dos piratas: custo baixo para qualidade próxima do original…
Antecipando uma ilegalidade: que idéia genial!
Feb 2nd
Sinceramente, alguém poderia me explicar algum efeito positivo de marca, ao fazer propaganda de uma futura ação ilegal? Aliás, há algum efeito positivo em se adesivar latas de lixo, sujando ainda mais a cidade?
Algumas marcas parecem estar mais preocupadas com a forma de propaganda (“uhu! Intervenções urbanas são o must!”) do que com adequação e conteúdo. Este é um belo exemplo.
